Design,  EaD

A experiência com EaD

Minha experiência começou há 14 anos. De lá pra cá tive a oportunidade de atuar nas áreas de design gráfico, design instrucional e coordenação de projetos para EaD. A atividade de designer gráfico – onde comecei – exigia que o profissional fosse completo, dominando não somente as competências de projeto gráfico, mas também de diagramação, ilustração, web e animação. Meu envolvimento com o trabalho me permitiu aprofundar conhecimentos. Foi quando fiz a pós e cursos extras como o de Usabilidade.

Na ocasião, devido à grande procura por alunos com limitações motoras, visuais e auditivas, a instituição criou um setor focado em Acessibilidade. Por tanto, o setor de design gráfico – DG – precisava estar alinhado com as questões que os alunos enfrentavam ou poderiam se deparar, uma vez que o Ambiente Virtual de Aprendizagem – AVA – não era adaptado. Foi então que me envolvi em estudos e testes para que melhor pudéssemos atender estes alunos. Essa experiência virou artigo científico e foi apresentado em congresso em 2009.

Embora tenha experiência com vídeos há muitos anos, foi na função de designer instrucional – DI – que pude fazer uso dessa prática, tanto na produção de roteiros quanto na gravação e edição de vídeos, em sua maioria trabalhando com captura de telas. Mas a formação em publicidade e propaganda, a experiência com cinema e alguns trabalhos em design me permitem realizar trabalhos com as principais ferramentas de vídeo do pacote Adobe.

E por falar em DI, essa função me permite fazer uso dos conhecimentos e experiências do trabalho como DG. E foi assim que cheguei à coordenação de projetos em EaD. Com a visão do todo é possível visualizar, sugerir e opinar sobre o que cabe aos projetos que envolvem a área do design nessa modalidade. 

Toda essa experiência me fez despertar a curiosidade e o interesse em continuar aprendendo. Sou assim em todas as áreas em que atuo. Gosto de estudar, aprender, ensinar e, diante de tantas ferramentas de suporte que as tecnologias apresentam – quase que diariamente -, é necessário reciclagem e aprendizagem constante. Por o meu interesse em buscar a inovação, com o objetivo de contribuir de forma ainda mais significativa os trabalhos que executo.

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